quarta-feira, 30 de setembro de 2020

HEREDITARIEDADE

Tento rasgar o véu dos preconceitos

quero viver a minha própria vida;

cética e descrente, sem ídolos e tabus;

Mas cruel fatalidade do destino! 

Sobre o meu pensamento de ser livre

existe o peso de gerações e gerações passadas;

bárbaros ancestrais, fetichistas e pagãos;

adoradores de ídolos sobrenaturais.

E debalde meu pensamento se debate

contra as grades da jaula do passado.

Tento rasgar o véu dos preconceitos, 

quero viver a minha própria vida; cética e descrente,

sem ídolos e tabus!

Mas cruel fatalidade do destino!

Corre em meu sangue a tara das superstições.

Meu pensamento é sempre acorrentado

tentando desvendar minha própria origem!

(Fernanda Brito, jornalista poetisa, Cearense, de Fortaleza

viu a luz a 12 de janeiro de janeiro de 27).


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