sim, cada um manifestas suas dificuldades em 5 minutos, muitos ficarão calados, digo a maioria.
vamos hipoteticamente falar de indústrias, não importa o tamanho, muita coisa é feita no quintal,
basta ter idéias e investir um pouco.
vou exemplificar: mudanças rápidas nos usos e costumes, pouco se fala nas salas de inovação, nos berçários industriais...
um empreendedor vai fazer máquinas de peneirar substratos para orquidarios, vai vender por peso, outro vai reformar desnatadriras, outro vai fabricar peças em inox para suprir os produtores de queijo e assemelhados, outro poderá fabricar ganchos inox para açougues e matadouros e domésticos!
aproveitamento de paletes para pequenas obras, coisas que os outros sabem fazer muito bem,como os americanos e muitos europeus, apesar de na Europa as coisas já estarem feitas, o que sobra de gente mendigando favores dos governos e não nos setores empregatícios.
mas vamos ao caso regional, a prefeitura e todo conjunto da sociedade deve participar, meios de comunicação são imprescindíveis para abordar muitos.
sempre há coisas a serem feitas, basta que haja vontade e apoio. oficinas mecânicas em lugares vulneráveis devem ter seu lugar apropriado e assim o setor pesado, planejamento estratégico, sala de reuniões, gente que diz que faz, e apoio dos conselhos que envolvem uma cidade.
demora isso? sim, o tempo necessário!
uma comunidade vive quando há interação, envolvimento pessoal sem menosprezar nada a sua volta.
primeiro é necessário investir no cérebro depois nas coisas materiais.
paramos um pouco para olhar a nossa volta como era há 29, 30 anos e hoje.
ouve movimentos do paquiderme? claro que sim.
a juventude deve se envolver paulatinamente para substituir os carunchados velhos que já deram sua contribuição...há lugar para os novos? se derem oportunidade e não caparem as novas lideranças com ideias modernas...
avante que o coração haverá de pulsar mais forte.
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