Eleva,
Ó minha alma,
O teu perdão
A esses remotos céos,
Que te viram soffrer,
Transe a transe,
A tua dôr,
Sem que uma estrella tombasse,
Para te vir socorrer...
Baixa,
Ó minha alma,
O teu perdão
Até a alma sombria
Da terra.
Que te viu chorar,
Lagrima por lagrima,
A tua amargura,
Sem te fechar nos braços,
Sem te apertar ao peito,
Sem te guardar dentro della...
Extende,
Ó minha alma,
O teu perdão
Como um tapete de rosas brancas,
- Extende-o sobre a vidca,
E dorme,
E aquieta-te no teu somno
Como num perfume...
.. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. ..
Eleva,
Ó minha alma
O teu perdão
A esses remotos céos...
.. .. .. .. .. .. .. ..
MEIRELLES, Cecília
Nunca Mais...
e Poema dos Poemas, 1922.
Poesias, Política, História, Filosofia, Músicas, Artesanato, Cutelaria. Maçonaria...
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
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